anotações III

O texto que segue escrevi já a algum tempo, e resolvi postar…

uma traição conjugal (independente homem ou mulher), é como se fosse um dos sócios da empresa metendo a mão no caixa… não dá pra continuar com nenhuma das duas sociedades… ah! foi no namoro? é a mesma coisa como se fosse no rateio para abrir a firma… eu sendo terceiro na relação, quando for ocupar o lugar do atual, existe algum precedente que afirme que eu não estarei na mesma situação que o titular está no momento, isso dentro de algum tempo? de quem é a decisão de que isso aconteça? minha ou dela? se a decisão é dela… como posso afirmar que ela será digna o suficiente de terminar comigo antes de começar com outro, se ao começar comigo ainda estava com outro? isso é como quando a gente conhece alguém que bebe, por que é que ela irá parar de beber depois? se a decisão de beber ou não é única e exclusivamente dela? se a gente quer alguém que não beba, então procuremos alguém que já não bebe desde antes… ao contrário de ficar esperando que a pessoa pare por qualquer motivo que o valha… agora transporta isso para a fidelidade… é a mesma coisa… e usando da analogia da empresa… é querer abrir uma empresa com um sócio que a gente sabe que meteu a mão no caixa da empresa anterior… confiança e cumplicidade numa vida à dois, é básico… e no final das contas… merda não são rosas… as pessoas são o que são e só mudam quando precisam… e não temos absolutamente nenhum poder sobre isso… e as vezes nem sobre nós mesmos…

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