sem eira nem beira

…as vezes é hora de ensacar a violão, é tomar a estrada de novo, eta vida sem eira nem beira… por mais que eu tente lançar âncora… ou deitar raízes… semear sonhos, e colher alegrias… e dos frutos doces da vida, partilhar sonhos que serão semente outra vez… eta vida sem eira nem beira… perdi metade do meu coração por aí, e saí buscar… revirei cada folha, e não encontrei… olhei aqui e alí… olhei longe… e lá fui eu… que ribanceira… mas é certo que pedra que rola não cria musgo… junta-se os cacos, põe um sorriso e se levanta, bate o pó e continua… e vai procurando… um canto de sereia ali, outro acolá… e nada de achar… e outra ribanceira… e mais uma vez bate o pó, sorriso no rosto e vamos embora… pedra que rola não cria musgo… eta vida sem eira nem beira… sem pouso nem paragem… teu destino é o mundo… mas que bom seria se fosse junto com a metade perdida…

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