paradoxo

paixão é um negócio curioso… nos faz ver alguém que não existe além da nossa própria imaginação, e com qualidades que só a ficção poderia se encarregar de dar vida… e o pior é que ao revê-las, me fazem reviver as lembranças boas que me fizeram sentir, e como isso trai as minhas convicções, e o que é um tanto quanto engraçado e constrangedor ao mesmo tempo…

o primeiro impacto é aquela felicidade em rever a pessoa… querer parar para saber como está, enfim, sei lá, dizer que foi bom enquanto durou, lamentar que não tenha ido adiante, agradecer por ter feito parte de minha vida, nem que tenha sido apenas por breves instantes… dizer que ela foi importante por isso ou por aquilo… e isso não significa que tenha a vontade de dar vida a algo em que a confiança por um motivo ou por outro tenha deixado de existir, e amor sem confiança, é como se fosse uma planta sem água…

o curioso é que o bem querer permanece, até porque foram pessoas que em determinado instante da minha vida, contribuíram com algo, e as vezes com muito, e tem o completo desconhecimento disso, e que da minha parte merecem toda a felicidade do mundo, mas assim, eu cá e ela lá… agora, que dá aquela tremida na base quando isso acontece, ah! isso dá, tanto que eu tenho que lembrar da parte ruim da história, e há várias normalmente, porque senão estava feita a desgraça… são paradoxos que me constrangem…

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