dia dos pais

Amanhã completa nove meses do falecimento do meu pai e no domingo será o primeiro dia dos pais sem sua presença. Entre aquelas coisas como saúde e liberdade que se sente apenas quando falta, está qualificado nessa mesma categoria esses dias de festividades que para alguns é aborrecido, para outros apenas uma data comercial sem sentido mais profundo…

Quando era adolescente tinha aquela ideia de ter um time de basquete de filhos, duas alas, dois atacantes, um pivô e obviamente eu de técnico. O tempo vai passando e vamos diminuindo a expectativa, de cinco baixei para três por questões de custos (é caro!!), sem a necessidade de formar um time, quiçá uma dupla de tênis de mesa. Casei, a expectativa permanecia a mesma, descasei e a agência de risco fez outro rebaixamento, foi para um, de preferência se possível uma menina…

Passado tanto tempo sozinho, novo rebaixamento, expectativa de zero filhos. Diante desse contexto, sem parceira, me acomodei como a maioria de nós homens faz em relação a tudo, como saúde, carreira e etc… Com o falecimento do meu pai, eu ali do lado dele (ele faleceu diante dos dois filhos além da equipe de médicos, paramédicos e da minha mãe, penso que foi bom minha irmã não estar presente caso contrário seriam dois falecimentos), essa ideia voltou aos poucos como quem não quer nada, pois quem sabe de repente seja bom ver uma parte sua seguir adiante…

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